A maior parte das pessoas conhece Londres por aquilo que consegue ver: edifícios góticos espremidos entre torres de vidro, o trânsito frenético, o Tâmisa dividindo a metrópole e os pubs que atravessaram gerações. Para elas, o inexplicável ainda encontra desculpas convenientes: um clarão no céu é uma tempestade, um corpo em um beco é violência comum, um sumiço é escolha pessoal.
Mas existe uma segunda Londres coexistindo nos mesmos endereços. Deuses cruzam o metrô sem serem identificados. Semideuses trabalham em escritórios e bebem ao lado de mortais que jamais suspeitarão de sua linhagem. Criaturas antigas habitam porões de museus, seitas crescem dentro de instituições respeitáveis e os portais mais vitais do mundo sobrenatural permanecem ocultos atrás de portas cotidianas.
Londres não é apenas o pano de fundo de Midnight City; ela vive e respira entre as missões. Personagens constroem laços, investigam boatos, criam rivalidades ou simplesmente vivem o cotidiano que subsiste quando ninguém está tentando impedir o fim do mundo.
E para garantir que essa Londres oculta não rompa o tecido da realidade mortal, existe a Égide de Avalon.